1. O que é Talento?

2. O Talento faz a diferença?

3. Consultoria: Como funciona?

4. A consultoria engloba:

5. O olhar clínico da Consultoria.

6. Para que contratar uma Consultoria?

7. Objetivo.

8. Abordagem. 

9. O que é a Consultoria Musical?  

10. Erros evitáveis de comportamento são os grandes inimigos do sucesso na vida profissional.    

 

 



1. O que é Talento?

Talento não se define, não se explica; testifica-se, detecta-se. Contudo, não podemos fugir dos ditames da teoria: “Talento é aptidão natural ou habilidade adquirida”.
Talento me sugere uma inteligência e uma cultura específicas excepcionais.

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2. O talento faz a diferença.

A força irresistível do talento quebra barreiras tidas como intransponíveis.
Para mim, têm talento aqueles que conseguem, pela força de suas obras, serem eternamente lembrados pelo mundo afora. Não importa se sua fama é regional ou internacional. Eles acreditaram em si, deram tudo de si para mostrar que eram excepcionais no melhor sentido da palavra. E conseguiram.

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3. CONSULTORIA: Como funciona?

Este serviço de consultoria consiste em uma minuciosa análise do trabalho desenvolvido pelo artista e (ou) grupo, que receberá sugestões, dicas e orientações de estratégia.
O renomado produtor Pojito Angelotti, fará a audição das fitas e Cds/Dvds que forem enviados.

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4. A consultoria engloba:

Audição e análise minuciosa de todo o material artístico recebido pela Polaris Music, estando limitada a 14 fonogramas. Será permitido enviar 2 (duas) versões de cada fonograma, conjugados com imagens ou não;

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Envio de parecer completo por e-mail, fax ou correio, incluindo comentários e sugestões sobre sonoridade, execução, arranjo, mixagem, tonalidade, criatividade e letras de cada faixa;

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Comentários e sugestões sobre repertório em geral, dicas diversas para a melhora da banda/artista, análise mercadológica e de marketing, conceito de capa, fotografia e indicação de profissionais qualificados do mercado fonográfico.

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5. O olhar clínico da Consultoria

O Produtor Pojito Angelotti é reconhecido no mercado musical por se preocupar com a qualidade e riqueza dos trabalhos e idéias que desenvolve no cenário fonográfico. Com uma grande experiência, ele vem ajudando novos talentos da música brasileira. Tudo isso se deve ao seu olhar clínico, que há 20 anos atua neste segmento musical. Hoje em dia é inquestionável o resultado de todo este trabalho e dedicação.

Visando atender a esses novos talentos da maneira com que merecem, a POLARIS CONSULTORIA ARTÍSTICA elaborou este projeto no interior de São Paulo, onde se dispõe a fazer uma análise minuciosa destes materiais, disponibilizando traçar o perfil do(s) músico(s)/banda(s) e as diretrizes a serem tomadas para o lançamento de um CD.

O melhor deste trabalho é que os artistas iniciantes poderão contar com uma ajuda determinante em suas carreiras, tendo a garantia de que serão realmente escutados. Os cantores e bandas têm a certeza de que suas “demos” serão cuidadosamente analisadas. Assim sendo, este trabalho não permite que um talento adormeça nas prateleiras de uma gravadora.

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6. Para que contratar uma consultoria?         

Para você que mora longe dos grandes centros, onde estão localizadas as maiores empresas do meio artístico, mas que possui talento para ingressar neste mercado de trabalho, nós temos a solução.
Se você leva jeito para se tornar um compositor, cantor, locutor, autor, ou tem facilidade para qualquer profissão ligada a este ramo, entre em contato conosco e, com certeza, poderemos ajudá-lo. Possuímos assessoria e consultoria que podem facilitar sua vida e torná-lo um profissional.

Para os compositores:    
1- Que são letristas;
   Assessoramos você a como registrar suas letras;
    
2- Que têm letras e melodias prontas:
   Gravamos as músicas com voz e violão ou voz e piano, fazemos a partitura de suas músicas e assessoramos o registro.

Para os cantores iniciantes:

1- Gravamos o CD de demonstração com a instrumentação que quiser para ser enviada para as gravadoras;
    
2- Indicamos as melhores gravadoras, conforme o estilo, para o envio de seu trabalho.
       
Consulte nossos preços. Entre em contato conosco e nos informe o que gostaria de ser. Com nossa estrutura e nossa experiência, vamos achar a solução pra você.

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7. Objetivo

Orientar talentos que desejam entrar para o mercado fonográfico profissional e fazer sucesso no meio artístico, além de direcionar a carreira de artistas, bandas, compositores, músicos e cantores. Conhecemos o melhor caminho para fazer seu talento chegar às pessoas e empresas certas, despontando no mercado fonográfico.

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8. Abordagem

A & R

Produção Musical

Direito Autoral

Imagem e Perfil Artístico

Figurino

Hair Stilyst e Make Up

Coreografia

Performance de Palco

Marketing Estratégico

Assessoria de Imprensa

Divulgação Rádio e TV

Distribuição

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9. O que é a Consultoria Musical?

Se você está querendo aprender algum instrumento, mas não sabe qual,
nós orientamos na escolha e na compra de instrumentos e acessórios musicais adequados às suas capacidades técnico-anatômicas, sua faixa etária, suas potencialidades e pretensões musicais.
Se você é um músico ou um estudante e quer comprar um livro ou começar a ter aulas, nós orientamos na escolha do professor e na compra de livros e partituras de acordo com seu nível técnico, seu conhecimento teórico e seu gosto musical, sempre considerando a qualidade dos arranjos disponíveis.

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10. Erros evitáveis de comportamento são os grandes inimigos do sucesso na vida profissional.

Reportagem com Pojito Angelotti

Qual é o caminho mais curto para o fracasso?

Pojito – Culpar sempre as outras pessoas pelos próprios problemas ajuda muito a “ir para o buraco”. Não aprender com a própria experiência é outra maneira quase infalível de fracassar. Paradoxalmente, quando se luta fervorosamente apenas para não fracassar, muitas vezes o que se encontra é justamente o fracasso. Há um tipo de profissional, que batizamos de "o herói"; Ele se esforça compulsivamente para atingir metas ambiciosas. O patrão, dono da banda ou artista, acha isso maravilhoso até notar que muitas pessoas que trabalham sob a chefia do "herói" querem afastar-se. Isso porque eles desejam ver seus filhos mais de uma vez por semana, passar a noite com eles de tempos em tempos, ter um casamento e não um divórcio entre outras coisas.

Há uma fórmula infalível para escapar do fracasso?

Pojito – O que faz alguém ser bem-sucedido numa área artística, pode muito bem não fazê-lo em outra. Na realidade, pode até mesmo conduzi-lo ao fracasso. As qualidades que levam um músico ou artista a se dar muito bem em shows ao vivo, podem não lhe render fama e fortuna na televisão ou num estúdio de gravação. A fórmula do sucesso reúne coisas evidentes e genéricas como: trabalhe duro, faça amigos, acrescente didática ao seu talento nato, conquiste a simpatia de seu chefe, lembrando que mesmo um grande artista tem um chefe, o presidente da gravadora. Os fatores que levam as pessoas ao fracasso, entretanto, são muito mais consistentes que os hábitos que conduzem ao sucesso. Fora alguns desabamentos gigantescos, as pessoas evitam falar sobre "fracassos". É sempre melhor conversar sobre Ivete Sangalo, Zezé di Camargo, Maria Rita, Léo Gandelman, do que sobre alguém que, por exemplo, tentou montar uma gravadora ou estúdio e foi à bancarrota.

Por que algumas pessoas solidamente bem-sucedidas muitas vezes não conseguem lidar com um "fracasso transitório" e acabam afundando?

Pojito – A formação influencia muito. Há pessoas cujos pais enfatizaram na criação que elas não deveriam fracassar de modo algum. Será terrível para elas se um dia acontecer. Outras receberam a noção de que o fracasso é parte da vida e podem conviver com o malogro mais facilmente. Um dos pioneiros da linguagem de computador disse que se você não sofrer pelo menos um fracasso, é porque, provavelmente, não está sendo tão criativo quanto poderia ser. O fracasso é o parceiro do sucesso. É um processo de aprender a correr mais riscos. Uma pessoa excessivamente conservadora nas suas ações e pensamentos, vai focar muito as conseqüências dos riscos e ignorar os possíveis benefícios de uma ousadia.

É preciso saber como se levantar depois da queda. Isso nem sempre é possível, não?

Pojito – Depende do tipo de fracasso. Se você trabalhou como louco para tentar vender sua banda e ninguém quer comprar, pode ficar chateado por um tempo. Uma coisa que talvez seja preciso fazer é reservar um tempo para se sentir mal. Não se incomode com o sentimento negativo. Saiba que ele passa. Em seguida é preciso enxergar o problema em perspectiva. Vamos pensar sobre todos os grandes músicos e artistas que foram muito bem-sucedidos e depois fracassaram na vida. O que se pode aprender com isso? Como fazer as coisas de uma maneira diferente? É necessário um pouco de distanciamento psicológico dos acontecimentos para que se possa reagir.

Há um tipo de gente fadada ao fracasso?

Pojito – Sim. Existem certos tipos de profissionais que sofrem de "acrofobia de carreira". Essa síndrome é bem comum. Ela causa à sua vítima um medo enorme de cair quando ela atinge uma colocação em uma grande banda ou um contrato com uma grande gravadora. Mesmo que o músico ou artista seja competente e bem preparado, ele terá pânico de cair. É como se estivesse no poço de um elevador, com os pés amarrados no andar de baixo e com as mãos tentando chegar no andar de cima. Nessa situação comum no meio artístico, há muitas pessoas que acabam sabotando a própria carreira e o próprio sucesso. Batalham incansavelmente para chegar às alturas mas, quando conseguem se dão conta de que não têm estrutura psicológica, emocional e nem o profissionalismo para tal. É aí que começam a tomar decisões e atitudes erradas e acabam se “queimando” de uma forma irreversível. Quando caem, o custo tanto para elas, quanto para a banda ou gravadora onde atuam, é enorme.

A arrogância ajuda ou atrapalha?

Pojito - Acredito que as chances de ser bem-sucedido, em geral, são reduzidas quando você revela características como arrogância, pois, entre outras coisas, você faz muitos inimigos. Devemos usar de psicologia para detectar a arrogância em nós mesmos, ou seja: Aquilo que nos incomoda nas pessoas é o que temos dentro da gente.

A humildade ajuda ou atrapalha?

Pojito – Ajuda. Baixa auto-estima é que atrapalha. Eu poderia ser capaz de cantar como Stevie Wonder ou tocar como Chick Corea e estar sempre dizendo: “O entrosamento da banda é o que conta”. Isso não é humildade. São arrogância e egoísmo disfarçados de humildade, que enganam e manipulam. O verdadeiro humilde trabalha, pensa e age em prol de um grupo ou mesmo de uma carreira solo, mas para que todos a sua volta se beneficiem, merecedores ou não. O que vem com a humildade é uma carreira sólida e duradoura.

Nas Bandas, há músicos que buscam evitar o conflito a todo custo e outros que são excessivamente "estrelas". Qual comportamento é mais adequado à carreira?

Pojito – Se alguém é sempre muito "estrela", ele não tem como retroceder de suas posições. Esse alguém se paralisa, se distancia do grupo. Evitar o conflito a qualquer custo também não é uma saída. Vamos pensar na esgrima: o combate se dá ao longo de uma faixa e não se pode sair para a esquerda ou para a direita. Há algumas pessoas que só avançam, avançam e nunca retornam. Num sentido figurado, são fáceis de serem atingidas, pois são muito previsíveis. Outras só recuam. Elas também serão fáceis de serem atingidas, pois, mais cedo ou mais tarde, estarão contra a parede. Moral da história: é preciso ser capaz de ir adiante e, outras vezes, de retroceder.

Quanto da vida privada se deve expor em um grupo musical?

Pojito – Nem todo mundo quer saber da sua vida privada. Vamos imaginar que nós dois trabalhamos numa banda juntos. Eu pergunto: "Como foi sua semana?". Você responde: "Não muito boa. Fiquei bêbado na quarta à noite de novo, briguei com meu vizinho, bati o carro…". Eu não queria saber tanto assim sobre sua vida, não é mesmo? Estava apenas sendo educado. Só queria ouvir: "Foi legal". As pessoas que são muito reveladoras não conseguem entender que estão se impondo e sendo intransigentes.
        
Por que o sucesso artístico parece ser predominante na vida de algumas pessoas e o fracasso geneticamente embutido em outras?

Pojito – Há uma parte do sucesso na vida artística que é pura sorte. Penso na minha própria carreira. Eu era o segundo melhor tecladista da minha cidade porque havia outro que "vendia melhor o peixe". Ele optou por entrar na mesma área que eu, Bailes e depois shows. Não teve continuidade em nenhuma destas áreas. As pessoas acreditam que são bem-sucedidas pela única razão de saberem "vender o peixe". Claro que muito se deve ao marketing pessoal e a méritos próprios, mas não tudo. Algumas vezes por trás de uma história de sucesso está a velha sorte.

Qual o tempo ideal para se permanecer em uma banda?

Pojito – Até quando isso fizer sentido. Quer dizer, durante o tempo em que estiver aprendendo, crescendo e, mais especificamente, aprendendo coisas que se propôs a aprender. Quando você realmente pára de crescer por um longo período, sua carreira está em risco.

Quais as qualidades essenciais que os profissionais em qualquer ramo de trabalho devem ter hoje para não afundar?

Pojito – Ser produtivo. Essa é a regra básica. A produtividade é igual à inteligência multiplicada pelo esforço. Então, é preciso ser inteligente, esforçar-se e também ser capaz de trabalhar bem com os outros. Deve-se ser capaz de aceitar os pontos de vista das outras pessoas, ter relacionamentos razoáveis com elas e, com a autoridade, usar o poder confortável e eficientemente. Isso exige que se desenvolva um senso de si próprio que seja positivo, que seja uma auto-estima.

As pessoas esperavam que as horas de trabalho em um estúdio de gravação fossem diminuir com o avanço tecnológico. Mas estamos vendo o oposto. Como você explicaria isso?

Pojito – A onda da informatização automatizou vários procedimentos em um estúdio e tirou o “excesso de mão de obra”, ou seja, os postos de trabalho considerados redundantes. Isso foi bom para as empresas. Mas os profissionais que ficaram com as produções são empurrados para o limite por acumularem várias funções, porque não há tempo suficiente. Por outro lado, a tecnologia trouxe avanços que exigem mais e mais tempo do profissional envolvido, que não pode estar abaixo do nível de qualidade que o mercado oferece. Enfim, quanto mais a tecnologia coloca ferramentas em nossas mãos, mais dependemos daquilo que é parâmetro para tudo, nosso ouvido. E ouvir leva tempo.

Em que medida o modo como os pais criam seus filhos determina o sucesso futuro dos músicos?

Pojito – Permitindo que eles fracassem sem que isso gere um drama. Encorajando-os a fazer experiências, a tentar coisas novas e a fazer coisas nas quais eles não são bons. Um ótimo campo para exercitar essa atitude é a arte. É preferível dizer: “Ok, você não é o melhor músico da banda, mas continue e estude", do que desencorajá-lo a continuar praticando o instrumento que escolheu. Quando os pais encaram os fracassos como resultados naturais da ousadia dos filhos, estes se divertem e se esforçam para melhorar na banda ao invés de se sentirem derrotados. Há algumas pessoas que têm o dom, são capazes de fazer algo extremamente bem desde o começo. Mas a maioria de nós não. As crianças precisam de encorajamento para superar a frustração.

Que impressão você teve dos músicos brasileiros com quem conviveu em São Paulo e Brasília?

Pojito – Eles eram muito inteligentes em termos de suas habilidades e para analisar situações, além de bons nas relações pessoais, o que os tornava bem-sucedidos. Eles costumam ir bem em qualquer trabalho musical, o que é uma coisa muito difícil.

Como os bajuladores são vistos hoje nas bandas que acompanham os grandes artistas?

Pojito – Esse tipo de comportamento é cada vez menos tolerado, menos produtivo e menos prevalente. A razão para isso é que as bandas se tornaram lugares mais competitivos, menos familiares. Os artistas sabem que não podem se dar ao luxo de ter alguém dizendo só o que eles querem ouvir. Se você só me disser o que eu quero ouvir e isso for errado – e você souber disso –, não terá me servido bem.

Em quais situações uma qualidade, como a de ser dedicado a uma banda pode ser prejudicial?

Pojito – Uma ocorre quando você é extremamente dedicado ao seu artista e ele não é muito dedicado a você ou à banda. Outra, quando você é cegamente dedicado ao seu artista. É como estar no Titanic dizendo: "Bem, a parte da frente do navio está embaixo d'água, mas tenho certeza de que vão consertá-la. Não vou entrar no barco salva-vidas porque, apesar de tudo, trata-se do “inabalável” Titanic".  Mas você já viu o filme e, sabe como termina.

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